terça-feira, 21 de abril de 2009

Desenvolvimento, comunicação e massa.

Após o estopim da industrialização, que foi a sua revolução, a sociedade deste século entra em estado de anômia, ou seja, de completa ausência de regras, e isso obrigou os filósofos, sociólogos, intelectuais e entre outros, a criar e estabelecer um positivismo (rigor científico), um paradigma que supôs ordenação, visão lógica, enfim um modelo padrão de regras, também veio à tona um pragmatismo onde as idéias eram instrumentos de ação que só valiam se produzissem efeitos práticos.
Pode-se dizer que pouco depois daqueles acontecimentos fatos ocorreram que deram configuração a uma Sociedade de Massa tais como: a progressiva industrialização, a revolução dos transportes e do comércio, a difusão de valores abstratos, entre outros, os meios agora correspondiam às novas necessidades da época, por fim essa acelerada proliferação de tecnologias informativo-comunicativas afetaram todas as esferas da vida social e individual. E a parti daí, inspirado no Empirismo Norte-americano que o Funcionalismo Pragmático tomou ares servindo de alicerce, posteriormente, para muitos profissionais de comunicação social. Aqui no Brasil um dos mais célebres jornalistas que utilizou desse método foi Roberto Marinho, e que para ele o seu público era ou pelo menos deveria ser passivo, inerte e receptivo às suas ‘manipulações’. Foi com essas e outras que a Rede Globo sempre garantiu sua audiência em primeiro lugar.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Do outro lado do espelho.

Sem cair em moralismos, “do outro lado do espelho”, procura corroborar para uma reflexão sobre o aspecto psicossocial do homem. De maneira, franca, o autor procura esclarecer dúvidas sobre o que Sigmund Freud chamou de “psicopatologia da vida cotidiana”, conscientizando de que o sujeito de amanhã será aquele que se preparou hoje, de tal forma que, do uso que fizer da sua liberdade, nascerá um projeto que o levará ou não à felicidade. Na trama que se segue é oferecido ao homem contemporâneo um momento de reflexão, para que ele possa medir o que significa suas opções. Vale ressaltar que não se trata de um tratado moral, nem da tentativa de justificar um superego que seria um aprisionamento do ego.