quinta-feira, 16 de abril de 2009
Do outro lado do espelho.
Sem cair em moralismos, “do outro lado do espelho”, procura corroborar para uma reflexão sobre o aspecto psicossocial do homem. De maneira, franca, o autor procura esclarecer dúvidas sobre o que Sigmund Freud chamou de “psicopatologia da vida cotidiana”, conscientizando de que o sujeito de amanhã será aquele que se preparou hoje, de tal forma que, do uso que fizer da sua liberdade, nascerá um projeto que o levará ou não à felicidade. Na trama que se segue é oferecido ao homem contemporâneo um momento de reflexão, para que ele possa medir o que significa suas opções. Vale ressaltar que não se trata de um tratado moral, nem da tentativa de justificar um superego que seria um aprisionamento do ego.
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